
A Justiça atendeu ao pedido de liberdade provisória do servidor público acusado de peculato, conforme informações publicadas pelo G1. A defesa do réu argumentou que não havia fundamentos para mantê-lo em prisão preventiva, já que ele apresenta algumas condições que favorecem sua liberação. Segundo os advogados, o acusado é réu primário, possui bons antecedentes e mantém residência fixa e emprego estável, além de estar cursando ensino superior.
Como condição para a liberdade, a Justiça determinou o afastamento do servidor de seu cargo público até a conclusão do processo. Essa medida cautelar visa garantir a regularidade das investigações e evitar interferências no andamento do caso.
O servidor foi preso sob suspeita de desvio de cilindros de oxigênio em um hospital municipal do estado de Rondônia, um ato que levanta questões sobre a segurança e a ética no setor público, especialmente em tempos críticos de saúde.










