
24/02/2026 15:56:00
A cultura e os saberes tradicionais do povo indígena Sabanê são o foco do vídeo documentário “Saberes Ancestrais: Cultura e Tradição da Comunidade Sabanê”, que foi gravado em Vilhena (RO). Produzido este ano, o curta-metragem tem sete minutos de duração e classificação livre, apresentando um rico registro etnográfico das práticas culturais da comunidade.
A obra foi filmada nas aldeias Sowainte e Capitão Kina e tem direção da jornalista e documentarista Andréia Machado. A equipe de produção inclui Marcio Guilhermon, responsável pela direção de som, e Washington Kuipers, que atuou na captação de imagens e edição. O documentário se destaca pelo uso de interpretação em Libras, aumentando a sua acessibilidade e promovendo inclusão.
Segundo informações publicadas pela [Folha do Sul](https://www.folhadosulonline.com.br/noticias/detalhe/2026/video-documentario-retrata-cultura-comunidade-indigena-sabane-vilhena), Andréia Machado enfatiza que o projeto visa valorizar a identidade cultural do povo Sabanê e promover o reconhecimento de seus saberes ancestrais. A diretora ressalta a importância de destacar os ritos, costumes e tradições da comunidade, enfatizando a necessidade de preservar sua identidade cultural. “Agradeço a todas as pessoas que contribuíram para a realização da obra”, concluiu.
O projeto recebeu apoio da Fundação Cultural de Vilhena (FCV) através do Edital de Premiação nº 01/2025. Os recursos foram disponibilizados pelo Governo Federal, via Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), no segmento de Audiovisual.
O lançamento do documentário ocorreu no último final de semana, com sessões realizadas nas aldeias Sowainte e Capitão Kina, nos dias 21 e 22 de fevereiro. Após as exibições, ocorreu uma roda de conversa com a presença do sociólogo Marcio Guilhermon e membros da comunidade indígena, propiciando um espaço para troca de experiências e reflexões sobre os temas abordados.
Mais que um simples registro audiovisual, “Saberes Ancestrais: Cultura e Tradição da Comunidade Sabanê” se consolida como uma ferramenta de valorização cultural, dando voz e protagonismo aos indígenas, que são centrais no documentário e nas discussões a ele relacionadas.
Fonte: Folha do Sul
Autor: Assessoria











