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João Vitor é preso suspeito de matar a irmã em Machadinho D’Oeste, Rondônia

A Polícia Civil de Rondônia prendeu João Vitor dos Santos Gonçalves, 24 anos, em Jaru, na última quinta-feira (24), sob suspeita de envolvimento na morte da irmã, Poliana dos Santos Gonçalves, de 31 anos. O crime ocorreu no dia 18 de março, em Machadinho D’Oeste, onde Poliana foi encontrada morta em sua residência, com olhos vendados e mãos e pernas amarradas, apresentando perfurações no corpo causadas por um objeto cortante.

No dia seguinte ao homicídio, João Vitor publicou uma homenagem em suas redes sociais, descrevendo Poliana como “irmã, amiga, confidente e parceira de guerra”. A postagem gerou mais de 12 mil reações, e o suspeito expressou sua dor e lamento, afirmando: “Esperava lhe ter por toda a minha vida, prometi que cuidaria dos seus futuros filhos e que meus sobrinhos iriam viver o melhor dessa terra”. Em outro trecho, ele lamentou: “É uma dor que estraçalha o peito e me consome minuto por minuto. Me desculpa minha irmã querida, eu fiz de tudo”.

Ainda conforme as informações divulgadas, a moto e o celular de Poliana não foram localizados após o crime. A Polícia Civil revelou que os elementos reunidos até o momento sugerem que os envolvidos buscavam dinheiro, ouro e outros bens materiais. Durante as investigações, foi identificada uma transferência bancária no valor de R$ 3.000, que será analisada na apuração.

As evidências coletadas pelas autoridades incluem impressões digitais encontradas na residência, o uso do chip telefônico da vítima após a morte, e tentativas de acesso às contas digitais vinculadas a Poliana. Além de João Vitor, cinco pessoas foram identificadas como participantes no crime, com duas já detidas preventivamente e outras duas já falecidas, cujas circunstâncias não foram esclarecidas.

De acordo com a Polícia Civil, o inquérito considerou declarações, exames periciais, imagens de câmeras, movimentações financeiras e informações de testemunhas para a reconstrução dos eventos ocorridos. O investigado atualmente está sob prisão preventiva, sem prazo para sua liberação, e a polícia não confirmou se ele possui defesa constituída, visto que a reportagem não conseguiu localizar advogados que o representem.

As investigações continuam em andamento, e a Polícia Civil está em busca de esclarecer todos os detalhes relacionados a este caso, que tem gerado grande repercussão na sociedade rondoniense.

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