
Angel Ferreira e Miwa Yanagizawa estreiam curta-metragem “Subsolo” no CineBH
Angel Ferreira co-dirigiu o curta-metragem “Subsolo”, que teve sua estreia no CineBH no dia 25 de setembro. O filme é fruto de uma parceria entre Ferreira e a diretora Miwa Yanagizawa, e conta com as atuações de Aline Fanju e Raquel Alvarenga. A narrativa acompanha a trajetória de duas mulheres que se encontram na garagem de um shopping, abordando questões profundas sobre a condição feminina.
Segundo informações publicadas pelo O Globo, Ferreira comenta que o projeto é uma evolução de um trabalho que foi filmado há aproximadamente oito anos, o qual exigiu tempo para conseguir recursos e ser finalizado. O curta é parte de uma coletânea de cinco filmes que surgiram de um grupo de estudos teatrais, onde Ferreira e Yanagizawa exploraram o princípio da escuta durante um período marcado pela falta de diálogo.
Temas abordados no filme
As atrizes trouxeram para os personagens questões íntimas. Raquel Alvarenga trouxe à tona a pesquisa sobre burnout, enquanto Aline Fanju discutiu o etarismo e a pressão sobre as mulheres que enfrentam a maternidade perto dos 40 anos. Ferreira descreveu o filme como “duro e árido”, mas ressaltou a empatia e o apoio mútuo entre as mulheres.
Em relação ao trabalho com Fanju, Ferreira, que já teve um relacionamento com a atriz, afirmou que apesar de estarem separados na época das gravações, o carinho e a intimidade facilitaram a confiança necessária para o trabalho.
Vida pessoal e projetos futuros
Recentemente, Ferreira se tornou assunto na mídia após postar uma conversa com sua ex-namorada, Camila Pitanga, onde expressou que seria sempre lembrado como o “ex dela”. Ele salientou que não vê problema em manter relações amistosas com ex-parceiras e acredita que isso demonstra saúde emocional. Atualmente, o ator está solteiro e focado em sua carreira. “Estou alinhado com meu propósito como artista. Se bons amores surgirem, serão bem-vindos”, disse ele.
Ferreira está vivendo uma fase produtiva, atuando em São Paulo no espetáculo “Sidarta”, que aborda autoconhecimento e a reconexão com a natureza, atraindo o público em busca de um refúgio longe das telas. Além disso, planeja o lançamento de dois filmes e está escrevendo seu primeiro romance pós-distópico intitulado “A Religião das Máquinas”.
Atualmente, Ferreira reside em um ônibus adaptado na Chapada dos Veadeiros, Goiás, onde desfruta de uma simples vida em contato com a natureza. Relata que a experiência tem sido enriquecedora e que, apesar de parecer inusitado, consegue manter um nível de conforto adequado, com energia solar e água encanada. Ele também está investindo em melhorias para sua casa, buscando adaptar o espaço ao seu estilo de vida sustentável.
Conclusão
Angel Ferreira, além de seu trabalho no cinema, representa um exemplo de vida que alia arte, autoconhecimento e respeito pela natureza. O curta-metragem “Subsolo” é mais uma prova de sua dedicação ao universo feminino e à reflexão social, reforçando a importância do diálogo e do apoio entre as mulheres.











