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Concursos

Sinpro exige avanços em nomeações e condições de trabalho na educação do DF

A Comissão de Negociação do Sindicato dos Professores (Sinpro) apresentou recentemente uma série de reivindicações ao governo do Distrito Federal, durante encontro com a Secretaria de Educação (SEEDF) realizado em 24 de julho. O foco das demandas inclui nomes de novos professores, condições de trabalho e a realização de um novo concurso público.

Posse de Novos Professores

Entre os principais pontos discutidos está a posse dos 718 novos professores nomeados para integrar o Magistério Público do Distrito Federal. A SEEDF anunciou que:

  • 28 de julho (terça-feira): Posse eletrônica.
  • 30 de julho (quinta-feira): Escolha de lotação na Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), a partir das 9h.

Os professores contratados temporariamente que se tornam efetivos devem solicitar a rescisão de seus contratos no dia 29 de julho, com pagamento referente ao saldo em setembro. A nova etapa de posse se inicia após a regularização das vagas que foram tornadas sem efeito anteriormente.

Márcia Gilda, diretora do Sinpro, ressaltou a importância da posse dos novos profissionais e o acompanhamento das normas estabelecidas após o acordo de greve, que prevê a nomeação de 3 mil docentes.

Novo Concurso Público

Além das nomeações, o Sinpro questionou a SEEDF sobre a realização de um novo concurso para o magistério, conforme pactuado em acordo de greve. A Secretaria informou que está aguardando um parecer da Procuradoria-Geral do Distrito Federal sobre a viabilidade do edital durante o período eleitoral, entre abril e outubro de 2026.

Recesso Escolar

Uma das conquistas mais relevantes discutidas na reunião foi o direito ao recesso do meio do ano, anteriormente negado a educadores classificados como técnicos pedagógicos. O Sinpro reivindica equiparação de direitos entre todos os profissionais da educação, buscando um calendário único de recesso.

Condições de Trabalho

O sindicato também demandou melhorias nas condições de trabalho para profissionais atuantes em Salas de Recursos e Apoio à Aprendizagem. A SEEDF se comprometeu a permitir que unidades escolares solicitem a abertura de novas turmas quando necessário, assim como a definição de um tempo de descanso de 15 minutos para os educadores que exercem regência nessas salas.

Márcia Gilda concluiu que a reunião teve um papel crucial na abordagem de questões prioritárias para a categoria, e que as negociações continuarão a ser acompanhadas de perto pelo Sinpro.

Fonte: Sinpro-DF

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