A Polícia Militar de São Paulo emitiu um comunicado esclarecendo que não houve qualquer promoção da policial envolvida em um caso de disparo de arma de fogo que resultou na morte de uma mulher. A policial permanece afastada de suas funções.
Conforme informações publicadas pelo G1, a recente comunicação da PM está relacionada ao cumprimento da Lei nº 18.442, sancionada em 2 de abril de 2026. Esta nova legislação promoveu a extinção da distinção entre Soldados de 1ª e 2ª Classe, unificando a graduação sob a denominação de “Soldado PM”.
Ainda segundo o G1, o reajuste salarial de R$ 480 mencionado refere-se exclusivamente à equiparação remuneratória automática estabelecida pela lei, que se aplica a todos os policiais que ocupavam a extinta 2ª Classe. A corporação também enfatiza que não existe a categoria de “estagiário” na PM; após a formação como Aluno-Soldado, o policial é imediatamente promovido à função de Soldado.
Estes esclarecimentos visam dissipar rumores e garantir transparência sobre o funcionamento interno da Polícia Militar de São Paulo, especialmente em um momento delicado.
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