O Tribunal Superior de Ética Médica decidiu, por unanimidade, manter a pena de “censura pública em publicação oficial” ao rejeitar um recurso apresentado pelo profissional.
De acordo com o CFM, Harter violou os artigos 1º, 23 e 32 do Código de Ética Médica de 2018. Essas normas proíbem condutas que envolvam negligência, imprudência ou imperícia, além de tratamentos que não respeitem a dignidade humana e que não sejam respaldados por métodos cientificamente reconhecidos.
A origem do processo é do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRM-MT), que já havia imposto uma aplicação anterior da pena. O documento recém-divulgado no Diário Oficial, no entanto, não especifica quais situações levaram à condenação ética.
Marcos Harter ganhou notoriedade nacional em 2017, quando participou do BBB 17. Durante sua participação, foi expulso do programa devido a acusações de agressão contra Emilly Araújo, vencedora da temporada. O incidente gerou também uma denúncia por lesão corporal junto ao Ministério Público do Rio de Janeiro.
O Metrópoles busca contato com Marcos Harter para solicitação de um posicionamento sobre a decisão. O espaço permanece disponível.
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