Roberto Campos Marinho Filho, investidor, relata perdas significativas decorrentes da participação em um fundo que investia em ativos de empresas como Banco Master, Reag e Fictor. De acordo com informações publicadas pelo Brasil Paralelo, essas companhias enfrentaram sérios problemas financeiros, resultando na liquidação de duas delas e na recuperação judicial da terceira.
Como consequência, os papéis obtidos pelo fundo desvalorizaram, levando Marinho a exigir que o Digimais, responsável pelo fundo, recompre esses ativos e cubra a perda estimada em cerca de R$ 500 milhões.
O Digimais contesta as alegações, argumentando que não é responsável por absorver esse prejuízo. Além disso, acusa um sócio do fundo de ter retido cerca de R$ 88 milhões sem a devida prestação de contas. Atualmente, o caso está sendo disputado na Justiça.
Ainda não há qualquer ação do Banco Central contra o Digimais, que segue operando normalmente. O embate atual gira em torno de quem realmente deve arcar com as perdas financeiras geradas pela desvalorização dos investimentos. A solução dessa disputa dependerá dos termos contratuais e das deliberações judiciais pertinentes.
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