
Segundo informações publicadas pelo G1, a Justiça de São Paulo determinou a proibição da construção de um edifício de 22 andares na cidade, devido a constatações técnicas que contrariam alegações da Prefeitura. Durante o processo judicial, tanto a incorporadora do projeto quanto a administração municipal foram citadas como rés.
Laudos técnicos, que incluem perfurações e análises realizadas pelo DECONT (Departamento de Controle de Qualidade), indicaram que a presença de água no subsolo é decorrente de acúmulo e infiltrações de águas pluviais. Os estudos descartam a existência de nascentes no local, o que gera um embasamento para a decisão judicial.











