FIFA avalia expansão para 64 seleções na Copa de 2030 e gera polêmica global

Proposta de Expansão da Copa de 2030
A Copa de 2030 marca o centenário do torneio e visa incluir mais seleções, especialmente para permitir que os países anfitriões desfrutem de um maior número de jogos. A CONMEBOL, sob a liderança de Alejandro Domínguez, é a principal defensora dessa proposta. Domínguez se reuniu com Infantino em Nova York e destacou que, com as regras atuais, cada país-sede receberia apenas uma partida. Com 64 seleções, cada anfitrião poderia ter uma chave completa, com até seis jogos.
Visão da FIFA e Críticas
Infantino argumentou que a expansão é importante para promover a inclusão no futebol, permitindo que países menores façam parte do Mundial e incentivando sua evolução. No entanto, a proposta não é unanimemente aceita. O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, se opõe, afirmando que isso poderia prejudicar o campeonato. Outros críticos, como o presidente da Confederação Asiática de Futebol, expressaram preocupações sobre um potencial “caos” se o número de seleções continuar a aumentar.
Preocupações com o Aumento de Jogos
Críticos também alertam sobre o risco de jogos desequilibrados, citando que nesse Mundial, várias seleções perderam todas as partidas da fase de grupos. Uma Copa do Mundo com 64 equipes implicaria 128 partidas, possivelmente saturando o calendário e diminuindo a qualidade do espetáculo.
A decisão sobre essa expansão está nas mãos do conselho da FIFA, que é composto por 37 membros. Até o momento, não há uma votação agendada, e a discussão permanece em aberto.
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