
Representantes da AFA pedem cautela em relação às investigações ao participar de evento em Miami. Durante um fórum sobre futebol, corrupção e justiça, Tomás Regalado, embaixador da entidade para a América do Norte, enfatizou que “as medidas de investigação por si só não determinam responsabilidade nem culpabilidade”, de acordo com informações publicadas pelo La Nacion.
Suspense financeiro: movimentações de alto valor são analisadas
Documentos recentes revelam que os executivos Gillette e Faroni movimentaram centenas de milhões de dólares em bancos nos Estados Unidos. Os bancos mencionados incluem Citibank, Synovus, Bank of America, JP Morgan e PNC Bank, conforme reportado pelo La Nacion.
A TourProdEnter LLC teria administrado ao menos US$ 260 milhões em receitas da AFA. Registros bancários analisados indicam que apenas uma fração desse montante está associado a gastos operacionais claramente identificáveis da entidade.
Distribuição de recursos sem justificativa clara
O La Nacion investiga ainda a destinação de outros US$ 57 milhões a entidades e beneficiários cuja justificativa econômica na documentação é questionável. As transferências incluem pagamentos a empresas sem contrapartida identificável, e a alguns associados, como Toviggino e familiares, além de outros envolvidos não especificados na reportagem.
Atenção das autoridades americanas e histórico de investigações
A investigação das autoridades americanas começou em 2024, quando o Ministério da Segurança da Argentina forneceu informações a agentes dos EUA. Na época, o FBI considerou que o conflito entre Tofoni, Tapia e a AFA não justificava uma investigação criminal, mas essa avaliação mudou após reportagens veiculadas desde o final de 2025, segundo o La Nacion.











