BBB 26: Ex-participante revela contrato polêmico da Globo com cláusulas surpreendentes

Pedro Henrique Espíndola, desclassificado do Big Brother Brasil 26 devido a um incidente de assédio, revelou um contrato referente à participação no reality show da TV Globo. Segundo informações publicadas pela Veja, a ação judicial iniciada por Espíndola revela detalhes sobre o protocolo de confidencialidade que os participantes devem assinar, abordando questões como remuneração, acordos publicitários e controle sobre as redes sociais.
Um dos aspectos mais relevantes do contrato é a autorização que a Globo recebe para usar o nome, imagem e voz dos participantes em treinamentos de ferramentas de inteligência artificial, sendo considerada um direito irrevogável. Além disso, a emissora impõe restrições severas quanto a contatos externos, incluindo a proibição de comunicação em situações de grande relevância e o bloqueio de informations pessoais sobre familiares e amigos. O contrato também estabelece que, em caso de morte, cabe à emissora decidir sobre a comunicação ao participante.
Pontos Principais do Contrato
A seguir, confira os principais pontos que foram acessados pela coluna GENTE, a partir do processo judicial de Espíndola:
- Ajuda de custo fixa de R$ 10.500,00, paga em uma única parcela em 16 de fevereiro de 2026;
- Bônus de R$ 500,00 por cada semana em que o participante permanecer no programa;
- Em caso de desclassificação antes de entrar na casa, o participante receberá apenas R$ 1.631,00;
- A Globo não é responsável pela entrega de prêmios de patrocinadores;
- Os participantes podem ter outras atividades profissionais, desde que não conflitem com a emissora ou com a agenda do reality;
- A emissora pode utilizar edição de imagem e voz para criar situações humorísticas sobre os participantes;
- É proibido firmar contratos com marcas não patrocinadoras durante a participação no programa, com 40% do valor arrecadado com publicidade destinado ao agenciamento da Globo;
- Os administradores têm autorização para publicar no máximo 2 vídeos de 1 minuto por hora, utilizando conteúdos do Globoplay ou TV;
- O contrato proíbe agressões físicas, assédio moral ou sexual, que podem resultar em expulsão imediata;
- É vetado ter posicionamento político-partidário ou religioso dentro da casa;
- O sigilo perene é imposto, proibindo a divulgação de detalhes sobre a produção ou participação, tanto antes quanto depois da exibição oficial.














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