
Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, um incêndio na refinaria de petróleo de Afipsky, localizada na região de Krasnodar, Rússia, foi provocado por um ataque de drones na terça-feira, 25 de agosto. O governador da região, Veniamin Kondratyev, relatou, por meio do aplicativo de mensagens Telegram, que o incidente resultou na morte de duas pessoas e deixou outras duas feridas, após destroços dos drones atingirem a estação ferroviária próxima.
Este ataque se insere em uma série de ações por parte da Ucrânia, que tem focado em atacar infraestruturas cruciais russas, como refinarias de petróleo, com o objetivo de comprometer as finanças do governo de Moscou e dificultar seu sustento na guerra em curso. Um episódio anterior envolveu o ataque à refinaria de Perm, a sétima maior unidade de processamento de petróleo da Rússia, que também interrompeu suas operações após ser atingida por drones ucranianos em 21 de agosto.
A refinaria de Afipsky, que opera principalmente para exportação, alcançou um processamento de 7,2 milhões de toneladas métricas de petróleo bruto em 2024, o que equivale a cerca de 144 mil barris por dia. Vale ressaltar que esta unidade já foi alvo de ataques aéreos em diversas ocasiões nos últimos meses.
No dia anterior ao incêndio, quatro centros logísticos da Ozon, a segunda maior varejista online da Rússia, foram atacados, elevando para seis o total de instalações da empresa atingidas desde 22 de agosto. O Ministério da Defesa russo informou que suas tropas conseguiram interceptar e destruir 351 drones ucranianos em várias áreas do país na mesma noite do ataque.
Além disso, os militares da Ucrânia reivindicaram um ataque bem-sucedido contra um caça MiG-29 e duas embarcações russas no Mar Negro, conforme noticiado por Robert Brovdi, comandante das forças de drones da Ucrânia.











