
Escândalo em Faculdade de SP: Ranking Sexual de Mulheres em Grupo de WhatsApp
Uma lista que expõe mais de 50 mulheres, criada por estudantes de uma faculdade no interior de São Paulo, gerou indignação nas redes sociais. O conteúdo foi compartilhado em um grupo privado intitulado “não psicólogos”, revelando comentários ofensivos dos participantes, como “Tirei as lésbicas e as gordas”. A divulgação do material gerou uma onda de repúdio e questionamentos sobre a segurança e respeito às mulheres nos ambientes acadêmicos.
Conforme reportado pela UOL, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) já identificou seis vítimas envolvidas no caso, enquanto investigações estão em andamento para prender cinco suspeitos relacionados ao ato.
Ação da Universidade
A universidade supracitada, a Unoeste, comunicou em nota que tomou conhecimento do ocorrido e iniciou uma investigação interna. A instituição se comprometeu a agir com prioridade e rigor, identificando responsabilidades individuais e aplicando as sanções necessárias conforme suas normas. Além disso, a universidade declarou que está oferecendo acolhimento e suporte às acadêmicas envolvidas, garantindo a preservação de sua integridade e privacidade.
Busca por Respostas dos Conselhos de Psicologia
O UOL também contatou o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP-SP) e o Conselho Federal de Psicologia (CFP) para obter mais informações sobre o ocorrido; no entanto, até o fechamento desta matéria, ainda não houve retorno dos conselhos. As entidades são importantes intervenientes, considerando a seriedade das alegações de misoginia e discriminação apresenta nesta situação.
Movimento Político e Reações
Repercussões políticas também surgiram após a denúncia. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e a candidata a deputada estadual Carolina Simon (PSOL) protocolaram um ofício à reitoria da Unoeste, solicitando medidas urgentes para garantir a segurança e integridade das alunas. Em um vídeo, Simon enfatizou que “instituições de ensino precisam ser espaços seguros, comprometidos com a ética e com o enfrentamento à misoginia e à violência”.











