Campanhas nas Eleições 2026: Entenda a origem dos recursos e diferenças entre fundos eleitoral e partidário

O cenário eleitoral para as eleições de 2026 está se delineando com a divulgação de novas pesquisas investindo em intenções de voto. De acordo com levantamento realizado pelo Datafolha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para um eventual segundo turno, com 47%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) apresenta 43%. Apenas 9% dos eleitores indicam a possibilidade de votar em branco ou nulo, e 2% ainda não sabem em quem vão votar.
Na pesquisa anterior, Lula tinha 48% e Flávio Bolsonaro 43%, mostrando uma leve mudança nas preferências eleitorais. O Datafolha também explorou diferentes cenários para um possível segundo turno, indicando que Lula venceria Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos por margens que variam de 7 a 10 pontos percentuais. A pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de agosto entrevistou 2.058 pessoas, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo Grupo Globo, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04496/2026.
Disputa no primeiro turno
Em relação ao primeiro turno, foram simulados dois cenários, um excluindo o nome de Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível até 2032, e outro incluindo sua participação. Sem Marçal, Lula teria 39% e Flávio Bolsonaro 33% das intenções de voto. Nos dados anteriores, Lula apresentava 40%, e Bolsonaro 32%. Entretanto, vale destacar que as comparações entre as pesquisas precisam ser tratadas com cautela devido a variações no número de candidatos apresentados.
Na simulação que inclui Marçal, Lula ainda mantém os 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 32%, com Marçal aparecendo com apenas 2%. Essa variação evidencia o impacto da presença de diferentes candidatos no cenário eleitoral.
Com o cenário mudando rapidamente e novos dados sendo divulgados, os partidos políticos e seus candidatos permanecem alertas às intenções de voto e movimentações eleitorais, à medida que se aproximam as eleições em 2026. O financiamento das campanhas também deve ser uma questão central, à luz da discussão sobre os fundos eleitoral e partidário, aspectos que moldarão a forma como as justificativas e os compromissos eleitorais são apresentados aos eleitores.











