
A Habita, empresa envolvida na tragédia no Aeon Mall Kumamoto, reconheceu que orientou funcionários a pedirem autorização à administração antes de reentrar nas instalações após um alerta de evacuação. No entanto, a companhia não confirmou se esse pedido de autorização foi efetivamente obtido.
Yuse Koji, gerente de vendas da empresa, admitiu que a ordem dada foi imprópria. “Reconheço que a decisão foi inadequada. Sinto muito pelo que aconteceu”, declarou. A direção da Habita também se mobilizou para contatar familiares das vítimas e esclareceu os eventos que culminaram na tragédia.
No velório de sua filha, Kurumi Otake, de 22 anos, a mãe expressou seu desespero ao responder às desculpas da empresa. “Minha filha não voltará”, disse, segundo relatos da imprensa local.
Um familiar de Kurumi relatou que, após o alarde da evacuação, ela havia se encontrado com sua tia e prima do lado de fora do shopping. Apesar dos avisos das duas sobre o perigo, Kurumi decidiu retornar ao trabalho.
As advertências da tia e da prima foram claras: “É perigoso. Você não deve voltar”, enfatizou o parente.
Explosão e Consequências do Terremoto
Autoridades locais informaram que a explosão no Aeon Mall resultou em sete mortes confirmadas. As operações de busca e resgate foram concluídas no sábado, e o número total de vítimas causado pelo terremoto foi de pelo menos 34 pessoas.











