
Motoristas em São Paulo estão se tornando alvos de gangues que quebram os vidros de carros para roubar celulares e outros itens de valor. As ações criminosas são registradas em vias movimentadas, como a Marginal Tietê, onde imagens de câmeras de segurança capturaram a abordagem de dois jovens.
Esses assaltos ocorrem de forma rápida, especialmente em áreas de tráfego lento. A presença de menores nessa prática levanta preocupações sobre o aliciamento de crianças pelo crime. Especialistas apontam que criminosos adultos frequentemente utilizam adolescentes e crianças para realizar esses assaltos, permitindo-lhes escapar de punições mais severas.
Consequências Legais
A legislação brasileira prevê medidas específicas para lidar com a participação de menores em atividades criminosas. Para adolescentes, é possível a internação em instituições, como a Fundação Casa. Já para crianças, as medidas podem incluir o encaminhamento aos responsáveis, visando garantir que a família assuma a responsabilidade.
Estatísticas de Segurança
Embora os roubos e furtos em São Paulo chamem atenção pelas ações agressivas, um levantamento recente indica que, no primeiro semestre deste ano, houve uma queda de 9% nos roubos na região central. Esse é o menor índice registrado desde o início das medições.
Conforme relatado pelo R7, o fenômeno do “quebra-vidro” destaca a necessidade de maior atenção e segurança em áreas de alta circulação de veículos.











