
Segundo informações publicadas pelo UOL, o árbitro Anderson Daronco tomou a decisão de não marcar um pênalti durante uma partida, alegando que o braço do jogador estava recolhido. O recurso do VAR não foi acionado devido à natureza interpretativa do lance.
Críticas à Arbitragem
No contexto do jogo, Boto, dirigente do Flamengo, questionou a consistência das regras que regem o uso do braço em jogadas. Ele afirmou que a CBF precisa esclarecer que a utilização do braço, mesmo próximo ao corpo, pode ser considerada falta. “A comissão de arbitragem deve deixar claro que não é falta em nenhuma parte do Brasil. É necessário um posicionamento firme sobre as regras, para que todos os árbitros, incluindo Daronco e o VAR, atuem de acordo”, destacou Boto.
Impedimento Semiautomático
Sobre o polêmico impedimento semiautomático que resultou na anulação do gol de Samuel Lino, Boto mencionou que a tecnologia identificou o pé de Wallace Yan ligeiramente adiantado, levando ao cancelamento da comemoração. O dirigente questionou a transparência do processo, apontando que “a imagem que mostra a altura da bola na hora do passe não é suficientemente clara”.
Reação da CBF
Antes dessa declaração, a CBF já estava ciente das críticas em relação ao uso do impedimento semiautomático e admitiu que pode melhorar a comunicação sobre essas jogadas, o que pode ajudar a reduzir a polêmica em torno das decisões de arbitragem.
A expectativa é que a CBF tome providências para fornecer informações mais transparentes sobre o uso da tecnologia no futebol, garantindo critérios uniformes em todas as competições.











