
Segundo informações publicadas pelo UOL, uma publicitária, após o divórcio, continua a enfrentar situações de abuso psicológico por parte de seu ex-marido, que é capitão da Polícia Militar. Em busca de proteção, ela obteve duas medidas protetivas contra ele, sendo a primeira em 2021 e a segunda em 2025.
A luta por justiça
Em um desabafo ao programa Domingo Espetacular, a mulher, identificada como Andrea, expressou sua determinação em reconstruir sua vida. “Todo agressor tem esse perfil de distorcer a imagem da mulher. Eu me sinto com medo, eu me sinto na mira, mas eu me sinto forte pra lutar e buscar pela justiça. E é o que eu tenho feito”, afirmou.
Controvérsias na disputa pela guarda
O capitão Eduardo de Moura Castro foi favorecido por uma decisão judicial provisória, obtendo a guarda dos dois filhos do casal, de sete e nove anos. Essa decisão foi fundamentada na alegação de que Andrea não teria condições financeiras adequadas e enfrentaria problemas psicológicos. Contudo, Andrea já recorreu dessa decisão.
Denúncias e intimidações
Além das medidas protetivas, a publicitária denunciou à corregedoria e à ouvidoria da PM que suas queixas não foram devidamente atendidas. Segundo Andrea, durante a separação, ocorreram supostas intimidações por parte de Daniel de Moura Castro, irmão do capitão e investigador na própria corregedoria da PM.
Tentativas de represália
Em um movimento adicional, Daniel de Moura Castro solicitou a prisão preventiva de Andrea sob alegações de injúria e difamação. No entanto, a Justiça negou o pedido, mantendo a publicitária livre para continuar seu processo de luta por direitos e proteção.
A situação destaca a complexidade das disputas legais em casos de violência doméstica, especialmente quando um dos envolvidos é membro das forças de segurança.











