
Uma médica está sob investigação após a morte de Roseli, uma maquiadora que sofreu uma parada cardiorrespiratória na recepção de um consultório médico na capital paulista. Segundo informações publicadas pelo UOL, a profissional, identificada como Tábita, tentou reanimar a paciente até a chegada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas não obteve sucesso.
A filha de Roseli relatou à polícia que ambas eram de Mato Grosso do Sul e viajaram para São Paulo para que a mãe realizasse um procedimento estético. Após a aplicação do PMMA, Roseli começou a sentir dores intensas na região dos glúteos e nas pernas. De acordo com a filha, Roseli tomou medicamentos prescritos pela médica.
No dia seguinte ao procedimento, a paciente comunicou à filha que estava se sentindo mal, com dificuldades respiratórias e um forte desconforto no peito. Tábita recomendou que Roseli retornasse ao consultório para atendimento. Ao se deslocarem, Roseli começou a passar mal dentro do veículo por aplicativo, ficando sem fôlego e inconsciente.
Ao chegarem ao consultório, a paciente ainda estava inconsciente. A filha a colocou em uma cadeira de rodas, e a médica desceu para prestar os primeiros socorros. Na data da morte, estava agendada uma nova aplicação de PMMA na parte anterior da coxa.
Conforme informações da filha, Roseli havia feito diversos exames antes do procedimento e conheceu Tábita através do Instagram. Em 22 de maio, um lifting facial também havia sido realizado, embora não tenha sido especificado onde esse atendimento ocorreu.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) confirmou, em comunicado ao UOL, que o caso foi registrado como morte suspeita, contemplando as classificações de morte acidental e homicídio. As investigações estão em andamento para elucidar os fatos.











