
Investigações sobre possível caso de ebola em São Paulo
Até o momento, não há confirmação laboratorial de ebola em um paciente em investigação pela Secretaria de Saúde de São Paulo. A investigação foi iniciada de forma preventiva, com base em critérios clínicos e epidemiológicos que levantaram suspeitas, conforme os protocolos estabelecidos pelos órgãos competentes.
No estado de São Paulo, qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente à vigilância epidemiológica municipal e ao Centro de Vigilância Epidemiológica estadual. Em 2014, o estado também monitorou três casos suspeitos que, posteriormente, foram descartados.
A secretaria afirma que o risco de introdução do vírus no Brasil permanece muito baixo. Entre os fatores considerados estão a ausência de transmissão autóctone de ebola na América do Sul e a falta de voos diretos entre as áreas afetadas na África e o continente sul-americano. Além disso, a transmissão do vírus exige contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas.
Preocupação global com o surto de ebola no Congo
Conforme reportado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus Ebola continua a se espalhar na República Democrática do Congo. Sem uma intervenção mais eficaz, especialistas alertam que este pode ser o surto mais letal da história.
O governo congolês declarou a situação como um surto oficial em 15 de maio. No momento, o número de casos suspeitos se eleva a 1.077, com 246 mortes suspeitas nas províncias de Ituri e Kivu do Norte, de acordo com informações mais recentes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (África CDC).











