
Atividade não autorizada resulta em tragédia nas Maldivas
Dois mergulhadores italianos perderam a vida durante uma atividade nas Maldivas que não estava programada pela expedição científica da Universidade de Gênova. Segundo informações publicadas pelo UOL Notícias, a universidade confirmou que o mergulho foi realizado por iniciativa própria, independente de suas atividades oficiais.
Vale lembrar que em mergulhos recreativos nas Maldivas, a profundidade é limitada a 30 metros. Para atividades excepcionais, como pesquisa ou mergulhos técnicos, é imprescindível obter autorizações específicas, além de contar com certificações e equipamentos apropriados. Isso levanta questionamentos sobre a legalidade do mergulho realizado pelo grupo italiano.
Conformidade com permissões em análise
A investigação está voltada para determinar se a atividade dos mergulhadores estava de acordo com o que foi autorizado pelas autoridades locais. O governo maldivo reconheceu a existência de uma permissão para pesquisa, porém, a entrada em uma caverna não estava contida na documentação que estava sob conhecimento das autoridades.
Suspensão da licença do barco
Além disso, o barco utilizado pelo grupo, conhecido como Duke of York, teve sua licença suspensa pelo Ministério do Turismo das Maldivas. A suspensão é por prazo indeterminado, conforme o relato do Corriere della Sera.
A agência responsável pela operação dos mergulhos, Albatros Top Boat, nega ter dado autorização para um mergulho que exceeds a profundidade padrão de 30 metros. A advogada Orietta Stella, representante da empresa, esclareceu que a operadora desconhecia a intenção do grupo de realizar uma imersão mais profunda ou de entrar em uma caverna.











