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Brasil

Desaprov ação do governo Lula cai para 49% e aprovaç ão dispara entre mulheres

A desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu para 49%, enquanto sua aprovação está em 46%, conforme a pesquisa Genial/Quaest divulgada em 13 de maio de 2026. Os dados mostram uma leve melhora em relação ao levantamento anterior de abril, que registrou 52% de desaprovação e 43% de aprovação.

A diferença de três pontos percentuais entre desaprovação e aprovação é a menor registrada desde fevereiro deste ano.

— Foto: Reprodução/Pesquisa Genial/Quaest

A pesquisa evidencia um aumento na aprovação entre faixas etárias específicas. Entre pessoas de 35 a 59 anos, a aprovação subiu de 41% para 47%, enquanto a desaprovação diminuiu de 54% para 48%. Ademais, entre as mulheres, a aprovação avançou de 45% para 48%, agora superando a desaprovação, que caiu de 49% para 44%.

Entre eleitores que se declaram independentes, a aprovação aumentou de 32% para 37%, com 58% agora se dizendo desaprovadores, uma diminuição em relação aos 58% anteriores.

A avaliação negativa do governo caiu de 42% para 39%, e a avaliação positiva aumentou de 31% para 34%, enquanto a quantidade de pessoas que consideram a gestão como regular permaneceu bastante estável, com 25% dos entrevistados.

 — Foto: Reprodução/Pesquisa Genial/Quaest
— Foto: Reprodução/Pesquisa Genial/Quaest

O levantamento da Quaest foi realizado entre 8 e 11 de maio de 2026, com 2.004 pessoas entrevistadas, e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O estudo, contratado pela Genial Investimentos, está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03598/2026.

Felipe Nunes, CEO da Quaest e coordenador da pesquisa, sugere que um ambiente de notícias mais favoráveis ao governo pode ter influenciado a percepção do eleitorado nessa rodada. O percentual de pessoas que relatam ver notícias positivas subiu de 23% para 32%, enquanto aquelas que percebem notícias negativas caiu de 48% para 43%.

Quando questionados sobre a direção do país, 53% dos entrevistados acreditam que o Brasil está indo na direção errada, embora esse número tenha caído de 58% em abril. Apenas 38% veem o país na direção certa, um incremento em relação aos 34% do mês anterior.

Com relação à economia, 46% afirmam que a situação piorou nos últimos 12 meses, enquanto 29% consideram que permaneceu a mesma e 22% acreditam que melhorou.

Além disso, 69% dos entrevistados relataram que os preços dos alimentos aumentaram, enquanto 21% acreditam que permaneceram os mesmos. A percepção de perda de poder aquisitivo se mantém alta, com 69% mencionando que estão em uma situação financeira pior em comparação ao ano anterior.

Sobre a expectativa para a economia, 40% acreditam que a situação irá melhorar, mantendo-se estável em relação ao mês anterior, enquanto 27% acreditam que irá piorar e 28% consideram que permanecerá a mesma.

A pesquisa também traz à tona que a violência é vista como a principal preocupação da população, citada por 31% dos entrevistados, seguida por corrupção, questões sociais, saúde, economia e educação. Por fim, a isenção do Imposto de Renda para rendas de até R$ 5 mil foi avaliada como uma política de alcance limitado, com 67% dos entrevistados afirmando que não foram beneficiados pela medida.

As expectativas e preocupações abordadas na pesquisa refletem as realidades enfrentadas pela população brasileira nesse momento, um cenário que continua a ser monitorado por analistas e formadores de opinião.

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p class=”content-text__container”>Para mais informações, acesse a pesquisa completa no site da Genial e Quaest.

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