
Policial civil Frede Uilson Souza de Jesus – Reprodução
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Publicado em 09/05/2026 às 16h28
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O incidente ocorreu na quinta-feira (7), quando Thamires foi atingida nas costas enquanto estava no banco traseiro de um carro de aplicativo. O relato do motorista indica que não houve discussão entre os veículos antes do disparo, que ocorreu em uma via que divide os bairros Pechincha e Taquara, na Zona Oeste do Rio.
“A custódia temporária é essencial para a investigação. Este crime é grave, e a conduta do policial, que agiu motivado por circunstâncias fúteis, aumenta o risco à ordem pública”, afirmou a juíza. Ela também ressaltou que a posição de Frede Uilson como policial civil poderia facilitar sua evasão ou intimidação de testemunhas.
Testemunhos contraditórios
Enquanto o motorista de aplicativo relatou que não houve discussão, outras fontes da polícia mencionaram que ocorrido poderia estar ligado a um desentendimento no trânsito. Após o disparo, Thamires informou ao motorista que havia sido baleada. Ele a levou a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas a vítima não sobreviveu aos ferimentos.
Frede Uilson foi detido na noite de sexta-feira (8), e a Corregedoria da Polícia Civil o afastou de suas funções, além de abrir um procedimento interno para apurar sua conduta. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso, analisando imagens de câmeras de segurança e ouvindo testemunhas.



