
Durante uma inspeção realizada pela Vigilância Sanitária, foram detectadas irregularidades em alguns lotes de agulhas utilizadas para aspiração em uma clínica em São Paulo. Segundo informações publicadas pelo UOL, as falhas incluíam a falta de rastreabilidade e a ausência de informações sobre o fabricante, importador e registro junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Em resposta a essas descobertas, a Vigilância Sanitária emitiu um auto de infração contra a clínica e determinou a interdição cautelar dos produtos considerados irregulares.
Entenda o caso
Mariana, uma cliente da clínica, realizou um procedimento na segunda-feira e recebeu alta. No entanto, retornou ao local na quarta-feira com fortes dores. De acordo com a mãe da vítima, que acompanhou o processo, Mariana foi levada a um hospital, onde passou por cirurgia, mas infelizmente faleceu em seguida.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), onde Mariana atuava, confirmou sua morte e expressou pesar pelo ocorrido. O caso foi registrado como morte suspeita e está sob investigação no 1º DP de Mogi das Cruzes.
A situação levanta questões sobre a fiscalização e segurança em clínicas de procedimentos estéticos e reitera a importância de que os pacientes verifiquem a regularidade dos locais onde realizam suas intervenções. A população deve estar atenta às credenciais e histórico das clínicas, assim como às regulamentações em vigor, para garantir sua segurança e saúde.











