
Durante uma operação conduzida pela Polícia Federal, mandados de busca e apreensão foram executados em 14 endereços, incluindo instituições como a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Campos. As ações resultaram na apreensão de R$ 160 mil em dinheiro, um veículo blindado, além de diversos celulares, computadores e documentos.
A investigação teve início após a prisão em flagrante de um assessor do deputado Thiago Rangel, em 2022, que foi identificado como um dos operadores de um esquema de fraudes. Na ocasião, Rangel negou qualquer irregularidade e expressou confiança de que os fatos seriam esclarecidos pela Justiça.
Conforme reportado pelo O Globo, a operação visa desmantelar fraudes relacionadas à Secretaria Estadual de Educação, indicando um esquema estrutural que se estende a diversas esferas administrativas. A complexidade do caso deve levar a um desdobramento significativo, com implicações diretas na gestão pública e nas práticas de transparência financeira.



