
Em resposta, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) contestou as alegações, afirmando por meio da rede social X que “nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido”. O CENTCOM categorizou as informações da mídia estatal iraniana como infundadas.
O Irã emitiu um alerta às forças americanas, enfatizando a necessidade de evitar a navegação na via estratégica após declarações do ex-presidente Donald Trump. Trump sugeriu que os EUA poderiam guiar os navios bloqueados devido ao crescente conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã.
“Dissemos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis restritas, permitindo que continuem suas atividades”, escreveu Trump em uma publicação na rede Truth Social.
Em reação, as autoridades iranianas instruíram os navios mercantes e petroleiros a coordenarem qualquer movimento com suas forças armadas. Ali Abdollahi, chefe do comando unificado das forças armadas do Irã, afirmou que a segurança do Estreito de Ormuz está sob controle iraniano e alertou que “qualquer tentativa de aproximação por forças armadas estrangeiras será respondida com força”.
Contexto do Conflito no Estreito de Ormuz
Desde o início do conflito, o Irã restringiu quase toda a navegação no Golfo, exceto a sua própria, bloqueando cerca de 20% das exportações globais de petróleo e gás. Essa ação provocou um aumento significativo nos preços do petróleo, que dispararam mais de 50% no mercado internacional.
O CENTCOM anunciou a mobilização de 15 mil militares e mais de 100 aeronaves, junto a navios de guerra e drones, para apoiar operações de resgate na região. O Almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, declarou que a ação é crucial para a segurança regional e a estabilidade econômica mundial, ao mesmo tempo em que se mantém um bloqueio naval aos portos iranianos.











