
Azi mencionou que, em países como França, Bélgica, Holanda e Alemanha, a redução da carga horária foi acompanhada de incentivos fiscais. Ele argumentou que “a redução da jornada provoca aumento do custo da hora trabalhada”, o que torna essencial a adoção de medidas que minimizem os impactos sobre o setor produtivo e, consequentemente, os trabalhadores.
Além disso, o deputado expressou sua posição a respeito do tempo de transição necessário para implementar essas mudanças. Embora a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada por Reginaldo Lopes (PT-MG) sugira um período de 10 anos, Azi considera essa duração excessiva. “Entendo que não precisa de um tempo tão grande para essa implementação”, afirmou, referindo-se à necessidade de um período de adaptação mais curto.
Ele também comparou a proposta com a da deputada Erika Hilton, que sugere um período de carência de apenas um ano. A discussão sobre essa transição deverá considerar o bom senso, segundo Azi, a fim de permitir que diferentes setores possam se adequar às novas regras.
Conforme reportado pela CNN Brasil, o governo defende que a mudança na jornada de trabalho ocorra imediatamente, destacando a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a implementação das novas regras e a preservação dos direitos dos trabalhadores.



