
A ação é fruto de uma parceria com a Universidade Cidade de São Paulo e a Universidade de Sydney, reconhecida mundialmente por seus estudos sobre envelhecimento e prevenção de quedas. Jaguariúna foi uma das duas cidades brasileiras selecionadas para implementar o projeto, ao lado de Bragança Paulista, após um rigoroso processo conduzido pela instituição australiana.
Destinado a pessoas com 60 anos ou mais, especialmente aquelas que enfrentam doenças crônicas, o programa contará com a implementação de uma solução digital integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS). O foco principal é incentivar a prática de exercícios físicos, melhorar a mobilidade e reduzir o risco de quedas, embasado em evidências científicas.
O evento de lançamento incluiu apresentações culturais, como a performance do Coral Grupo Acolher, além da participação de renomados especialistas, como a pesquisadora Catherine Sherrington, a professora Mônica Perracini e o pesquisador Thiago Lavras Trapé. Um dos destaques foi a apresentação do grupo de coreografia do programa Viva Melhor, que já foi premiado em competições, incluindo o Festival de Dança de Joinville e os Jogos da Melhor Idade.
Nos planos para o primeiro semestre de 2026, está o diagnóstico da população idosa, que incluirá o mapeamento de suas necessidades e serviços disponíveis. Já para o segundo semestre, estão previstas ações participativas, além do desenvolvimento de materiais e treinamentos para os profissionais envolvidos.
Os resultados esperados do projeto incluem a redução de quedas, a melhora da mobilidade, o aumento da autonomia e o fortalecimento da atenção primária à saúde. Jaguariúna já é reconhecida como “Cidade Amiga do Idoso” pela Organização Mundial da Saúde, refletindo seu compromisso com políticas públicas que favorecem o envelhecimento ativo.











