
Segundo informações publicadas pelo G1, o presidente do clube, Antônio de Jesus Marcos, conhecido como Tio Toninho, manifestou preocupação em relação ao novo modelo proposto pela prefeitura e pela concessionária. A proposta garantiria apenas o uso do campo de futebol, o que colocaria em risco a principal fonte de renda do clube.
Tio Toninho enfatizou que a proposta não considera a essência do clube, que vai além do futebol. “A gente ficou sabendo que só ia ter o campo. A nossa cultura, o nosso samba, isso ia tudo por água abaixo. E é através disso que a gente mantém o time. A gente precisa do samba, precisa do bar”, declarou.
A situação levanta questionamentos sobre como alternativas viáveis podem ser implementadas para assegurar a sustentabilidade econômica do clube e a continuidade das atividades culturais ligadas ao samba e à comunidade. A desocupação, determinada pela justiça, exige uma análise mais aprofundada sobre os impactos sociais e financeiros envolvidos, especialmente para times de várzea que dependem diretamente dessas atividades para sua manutenção.
O contexto atual, portanto, destaca a importância de uma abordagem que respeite a tradição e a cultura local enquanto busca soluções que beneficiem todos os envolvidos.











