
A agente, que depôs como testemunha protegida, questionou a ordem do tenente-coronel. O uso das câmeras é essencial para a segurança e a conferência das ocorrências, e a insistência do oficial em desligá-la sem justificar a ação levanta dúvidas sobre suas intenções, conforme seu depoimento ao Ministério Público de São Paulo (MPSP).
A policial militar acusa Geraldo Leite Rosa Neto de comportamentos inadequados e abusivos durante 2025, enquanto trabalhavam no mesmo batalhão. Entre as alegações estão constrangimentos, pedidos de beijo e ações que exploravam a relação hierárquica entre ambos.
Denúncias de Outros Casos de Assédio
A denúncia não parece ser um caso isolado, pois a policial confirmou que outras colegas podem ter enfrentado situações semelhantes, mas não formalizaram queixas por receio de represálias na corporação.
Próximos Passos do Inquérito
O MPSP agora se debruça sobre os materiais apresentados, analisando a possibilidade de abrir uma investigação formal. Até o momento, a defesa do tenente-coronel não se manifestou sobre as acusações, conforme relatado pela CNN Brasil, que também tentou contato sem sucesso.
A situação nos Batalhões da Polícia Militar levanta discussões urgentes sobre a cultura organizacional e a necessidade de criar um ambiente seguro para todos os policiais, independentemente do gênero.



