
De acordo com informações publicadas por O TEMPO, o incidente ocorreu por volta das 12h30, quando um funcionário de Mendes tentou retirar uma encomenda na loja, mas não conseguiu devido à ausência do responsável pela entrega no momento. A situação escalou rapidamente após a chegada do influenciador.
Segundo relatos de uma testemunha, que preferiu permanecer anônima, a tensão entre Mendes e a loja não é nova. “Há aproximadamente dois anos, ele fez uma matéria sobre um problema em um produto comprado na loja, mas acabou esclarecido que a questão era devido à instalação inadequada”, comentou.
Na sexta-feira, Mendes teria enviado seu assessor para retirar uma caixa de pisos, que custava cerca de R$ 160. Após a compra, o funcionário foi informado de que precisaria retornar mais tarde para retirar a encomenda. Contudo, ao voltar cerca de 40 minutos depois, tentou coletar o produto sem a nota fiscal, alegando que a havia perdido, o que gerou mais conflitos.
Conforme informações de outra fonte presente, a troca de agressões aconteceu rapidamente, envolvendo Mendes e duas funcionárias da loja. “Ele foi para cima de duas mulheres, mas também foi agredido”, afirmou a testemunha.
No sábado (14), Mendes usou suas redes sociais, onde tem aproximadamente 500 mil seguidores, para compartilhar um vídeo que destaca sua versão dos acontecimentos. “Posso enfrentar muitas coisas, mas jamais me furto à verdade”, declarou, defendendo sua posição sobre as acusações de agressão.
A Polícia Militar foi acionada e, em decorrência do ocorrido, a Polícia Civil iniciou uma investigação. O caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal, uma vez que é considerado uma infração leve. Enquanto isso, Mendes e a gerente foram atendidos em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e apresentaram suas versões na delegacia.
Desdobramentos da Situação
Durante o atendimento, Mendes alegou ter se defendido de agressões, incluindo ataques físicos e mordidas. A gerente, por sua vez, citou que se sentiu ameaçada e declarou que Mendes gravou um vídeo sem seu consentimento, o que contribuiu para a escalada do conflito. A funcionária do local confirmou que foi oferecido um estorno, mas a proposta foi descartada.
Embora a loja não tenha sido identificada pela polícia, o espaço permanece aberto para que os responsáveis se manifestem sobre a situação.
Para mais informações sobre o caso e futuras atualizações, fique atento ao site do O TEMPO, que continuará acompanhando a situação.
(Com informações de Folhapress)



