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Brasil

Justiça avalia pedido de defesa de acusado de assassinatos ligados ao PCC no Ceará

As defesas de Carlenilto Pereira Maltas, identificado pela Justiça como membro do Primeiro Comando da Capital (PCC) e acusado de envolvimento nos assassinatos de Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, em 2018 no Ceará, solicitaram que sejam autorizados encontros entre advogados e clientes sem monitoramento. Além disso, a defesa também pleiteia que as reuniões não sejam gravadas, seja por áudio ou vídeo.

Segundo informações publicadas pelo G1, o pedido se fundamenta no direito à ampla defesa, assegurando que os clientes possam discutir assuntos sensíveis com total confidencialidade. O caso destaca a tensão entre segurança pública e direitos dos réus, especialmente em contextos relacionados a facções criminosas.

Além de Maltas, há menção ao envolvimento de Antônio José Muller Júnior, também conhecido como Granada, que é apontado como um dos líderes do PCC. A autorização para as visitas sem supervisão é um tema que suscita debates sobre a efetividade do sistema penal e a confidencialidade nas defesas de acusados em situações de alta periculosidade.

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