
Conforme relatado pela Agência do Acre, a equipe paulista se viu atraída pela coordenação dos esforços do Acre, que integra várias instituições para criar uma rede de proteção ao estudante. Uma das escolas visitadas, a Escola Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral Sebastião Pedrosa, localiza-se no Segundo Distrito de Rio Branco e tem sido um exemplo com seus esforços bem-sucedidos na mitigação da violência.
Durante a visita, Daniele Quirino, diretora de Clima, Convivência e Proteção Escolar da rede estadual de São Paulo (DiCLIP), expressou sua admiração pela forma como o Acre articula suas ações. “Ficamos impressionados com a integração entre instituições como assistência social, saúde e conselho tutelar para garantir a segurança dos alunos nas escolas”, disse Quirino.

Quirino destacou que um ambiente escolar seguro e acolhedor é essencial para a aprendizagem: “Não há aprendizado verdadeiro se os estudantes não se sentirem seguros e acolhidos na escola”, completou. O Acre se destacou por sua adesão ao programa federal Escola que Protege, que visa à prevenção da violência nas escolas e ao fortalecimento da convivência escolar.
Adequação às Diretrizes Nacionais
Mylla Almeida de Oliveira, chefe do Departamento de Segurança Escolar da SEE, informou que o Acre já realizava ações semelhantes através do Observatório de Segurança Escolar. “Com a adesão ao programa federal, conseguiremos alinhar e fortalecer nossas iniciativas com as diretrizes do Ministério da Educação”, afirmou.

A gestão da Escola Sebastião Pedrosa, sob a liderança de Sandy Guedes, enfatiza a importância do diálogo e da transparência com a comunidade escolar. “Manter a comunidade informada é fundamental para que todos se sintam seguros e confiantes no trabalho que está sendo desenvolvido”, ressaltou Guedes.
Atualmente, a escola tem cerca de 490 alunos matriculados e oferece cursos técnicos, com uma alta demanda por vagas e uma lista de espera para novos alunos.











