
A defesa de João Gabriel Bertho refuta categoricamente as alegações de estupro. Informações publicadas pelo [G1](https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/03/01/menor-suspeito-de-estupro-coletivo-teria-perguntado-a-vitima-se-a-mae-a-ve-sem-roupa-por-causa-das-marcas-das-agressoes.ghtml) indicam que duas decisões judiciais já rejeitaram pedidos de prisão preventiva feitos anteriormente.
Conforme detalhado nos autos do processo, existem mensagens de texto trocadas entre a jovem de 17 anos e um amigo, que mencionam a presença de outros rapazes na casa onde se encontrariam. A jovem declarou, em depoimento à polícia, que consentiu com a presença dos rapazes no quarto durante um encontro íntimo com seu amigo. Além disso, a jovem afirmou ter atendido a outros pedidos durante a interação.
A defesa sublinha que João Gabriel, um estudante e atleta profissional, sem histórico de violência, não teve a oportunidade de ser ouvido pela polícia para oferecer sua versão dos fatos. Eles também destacam que o registro da jovem ao final do encontro, onde se despede do amigo com um sorriso e um abraço, não foi considerado na investigação.
É importante ressaltar a gravidade das acusações e o direito à ampla defesa, que deve ser garantido a todos. A evolução deste caso será acompanhada de perto pelas autoridades e pela sociedade.



