
A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou novas alegações em relação ao assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Segundo informações publicadas pelo [G1](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/02/24/pgr-pede-condenacao-de-acusados-de-mandar-matar-marielle-e-anderson-gomes.ghtml), a motivação dos irmãos Brazão para cometerem o homicídio teria sido o seu envolvimento em confrontos com o PSOL e com Marielle, que se tornaram alvos de uma organização criminosa em função de suas atuações em áreas dominadas por milícias.
A PGR também destacou que, inicialmente, o ex-deputado e atual presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PSOL-RJ), era o alvo preferencial dos milicianos. No entanto, com a crescente interferência de Marielle em temas relacionados às milícias, a vereadora passou a ser vista como um alvo alternativo.
O caso, que envolve questões complexas de criminalidade e corrupção, continua a ser acompanhado de perto pela sociedade. As implicações legais e políticas do assassinato de Marielle Franco permanecem em debate, destacando a urgência de respostas e Justiça para a sociedade.











