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Internacional

Trump intensifica ameaças após ataque na Venezuela; países na mira aumentam

Donald Trump intensificou suas ameaças a países da América Latina, especialmente após a recente operação militar na Venezuela. O presidente dos Estados Unidos adotou um tom agressivo e manifestou interesse em expandir sua influência na Groenlândia, um território dinamarquês rico em recursos naturais. A editora de Internacional da CNN, Luciana Caczan, analisa o aumento das tensões no continente.

Em relação ao México, Trump afirmou que o país não tem agido de forma eficaz contra os cartéis de drogas. Durante uma entrevista, ofereceu ajuda militar à presidente Cláudia Sheinbaum, proposta que foi rejeitada. Sheinbaum criticou a recente intervenção americana na Venezuela e reafirmou sua oposição a interferências dos EUA em outras nações.

Colômbia e Cuba em foco

As relações entre Trump e o presidente colombiano Gustavo Petro se deterioraram. No último domingo (4), o presidente americano disparou críticas a Petro, chamando-o de “homem doente que gosta de fabricar e vender cocaína aos Estados Unidos”. Trump insinuou que a Colômbia poderia sofrer consequências se Petro não mudasse suas ações.

Em contrapartida, Trump comentou que Cuba não necessitaria de intervenção militar, afirmando que “o regime cairia sozinho”. Ele argumentou que a economia cubana, fortemente dependente do petróleo venezuelano, enfrentaria colapsos sem a necessidade de intervenção americana. Contudo, Marco Rubio, secretário de Estado e filho de cubanos, classificou o governo cubano como “um problema sério” para os Estados Unidos.

O interesse pela Groenlândia e outras ameaças

Trump mantém sua intenção de comprar a Groenlândia, manifestada desde seu primeiro mandato, devido à posição estratégica da ilha e à abundância de minerais raros e recursos naturais. Autoridades dinamarquesas e groenlandesas rejeitaram as insinuações de Trump, mas enfatizaram que suas ameaças devem ser levadas a sério.

O Irã é outro país sob ameaça. Trump renovou advertências, afirmando que os Estados Unidos agiriam caso o governo iraniano reprimisse manifestações de forma violenta ou reativasse programas nucleares. Ele lembrou que os EUA já atacaram instalações nucleares no país persa anteriormente e não hesitariam em repetir a ação.

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