
No começo do mês, a passagem de uma frente fria traz chuvas contínuas, favorecendo a umidade do solo, especialmente durante a virada do ano. Contudo, a partir da segunda quinzena, as instabilidades começam a diminuir, resultando em temperaturas mais elevadas e riscos potenciais para as culturas agrícolas.
Região Sul
Nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, os primeiros dias de janeiro apresentam altos volumes de precipitação, com chuvas frequentes e céu encoberto. Embora haja um risco de alagamentos pontuais, a situação se estabiliza ao longo do mês, alternando chuvas e períodos de sol, com temperaturas relativamente amenas.
Região Sudeste
A Região Sudeste, que inclui São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, começa o mês sob condições de instabilidade, favorecendo a umidade do solo. No entanto, a partir da metade de janeiro, as chuvas se tornam irregulares e de baixa intensidade, enquanto a temperatura começa a aumentar, o que demanda atenção nas lavouras.
Região Centro-Oeste
Na região que abrange Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal, o mês se inicia com chuvas que ajudam na umidade do solo. Contudo, já na segunda quinzena, há uma diminuição dessas instabilidades, resultando em chuvas mais isoladas e menos volumosas. O aumento das temperaturas representa um alerta para os produtores.
Região Nordeste
No Nordeste, especialmente na região do MATOPIBA, as chuvas se apresentam de forma irregular e de menor intensidade. As pancadas de chuva são pontuais ao longo do mês, com predominância de calor, exigindo atenção nos métodos de cultivo das culturas.
Região Norte
A Região Norte, que inclui estados como Amazonas, Pará e Acre, terá chuvas menos intensas se comparadas às demais regiões. As precipitações ocorrem de forma intercalada, contribuindo para a umidade, mas sem grandes volumes contínuos.
À medida que janeiro avança, a redução das instabilidades no Centro-Oeste e Sudeste é esperada, possivelmente devido à formação de bloqueios atmosféricos que dificultam o avanço de frentes frias e a organização das chuvas nas áreas produtivas. No final do mês, as instabilidades podem se intensificar novamente, aumentando a umidade na região central do Brasil e preparando o cenário para fevereiro.
Apesar de algumas chuvas esperadas, a previsão é de que janeiro e fevereiro de 2026 apresentem precipitações abaixo da normalidade e temperaturas acima da média, o que pode impactar pontualmente diversas culturas e exigir um monitoramento mais rigoroso das condições meteorológicas e práticas de manejo pelas atividades agrícolas.
As informações são do Climatempo











