
Marcão do Povo registrou uma queixa na Polícia Civil de Barueri, São Paulo, contra Ludmilla, após a artista publicar um vídeo em 19 de dezembro. No material, ela afirma que o apresentador foi condenado por racismo, e ele solicita a remoção do vídeo das plataformas digitais.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a polícia instaurou um inquérito para investigar os melindres levantados pelo apresentador. Marcão alega que o conteúdo em questão extrapola o direito à liberdade de expressão e contém informações inverídicas sobre sua situação judicial.
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Em sua defesa, o apresentador afirma que foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em relação à acusação mencionada por Ludmilla, e que essa decisão foi mantida em um recurso analisado recentemente. Segundo Marcão, a cantora teria, de forma direta, associado sua imagem à prática de um crime, além de questionar a integridade do Judiciário.
No vídeo, Ludmilla responde a Marcão, alegando que ele teria utilizado uma manobra legal para evitar punições, mesmo com o reconhecimento de ato racista por parte da Justiça. Ela também criticou a postura do SBT, exigindo uma posição da emissora sobre a continuidade de um apresentador envolvido em polêmicas desse tipo.
Essa rivalidade remonta a 2017, quando Marcão, que trabalhava na Record na época, se referiu a Ludmilla como “pobre macaca” durante uma transmissão ao vivo. O incidente culminou em um processo judicial e na demissão do apresentador daquela emissora. Atualmente à frente do programa Primeiro Impacto no SBT, Marcão voltou a ser alvo de controvérsias após Ludmilla rejeitar uma homenagem, alegando que não poderia ser celebrada por uma emissora que mantém um profissional com histórico de atitudes racistas em sua equipe.











