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Internacional

Finlândia e Suécia interceptam aeronaves russas em operação histórica no Mar Báltico

No dia 24 de setembro de 2026, Finlândia e Suécia realizaram uma operação conjunta inédita de interceptação de aeronaves militares russas no Golfo da Finlândia. Os caças dos dois países foram acionados para identificar essas aeronaves no espaço aéreo internacional, um passo significativo na cooperação militar entre as nações nórdicas.

Medidas de Segurança no Mar Báltico

A operação ocorre em um contexto de crescente tensão na região do Mar Báltico, que está em estado de alerta em decorrência de incidentes como violações aéreas, avistamentos de drones e interrupções em gasodutos, eventos que se intensificaram desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.

Declarações do Primeiro-Ministro Sueco

O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, destacou a importância desta ação, afirmando que a operação evidencia a eficácia da cooperação de Alerta de Reação Rápida entre os dois países. Em sua conta na rede social X, ele afirmou: “É uma expressão clara da prontidão e confiança que construímos juntos, além de evidenciar a força da cooperação nórdica e da Otan em nossa região”.

O Estado Atual do Mar Báltico

Kristersson também afirmou que “o Mar Báltico nunca esteve tão vulnerável quanto agora, mas também nunca esteve tão bem protegido”. Essa declaração reflete uma nova realidade estratégica na área, impulsionada pelo recente alistamento de Finlândia e Suécia na Otan, após décadas de políticas de não alinhamento.

Identificação das Aeronaves Russas

Durante a missão, os caças dos dois países monitoraram e identificaram um grupo de aeronaves russas que incluía um avião de transporte e vários caças, de acordo com informações da Força Aérea da Finlândia.

Reação das Autoridades Russas

Até o momento, as embaixadas da Rússia em Helsinque e Estocolmo não forneceram comentários sobre a operação militar, segundo a agência de notícias Reuters.

Integração na Otan

Após a invasão russa à Ucrânia em 2022, Finlândia e Suécia decidiram buscar a adesão à Otan, unindo-se às nações nórdicas que já eram membros, como Noruega, Islândia e Dinamarca, além das repúblicas bálticas: Estônia, Letônia e Lituânia.

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