Na madrugada desta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou um vídeo em uma rede social, que traz um conteúdo racista em que os ex-presidentes Barack Obama e Michelle Obama são representados de forma pejorativa. Este fato ganha relevância, pois Obama foi o primeiro presidente negro na história do país.
O vídeo, que dura cerca de um minuto, inclui teorias da conspiração sobre alegações infundadas de fraudes nas eleições de 2020, nas quais Trump foi derrotado pelo democrata Joe Biden, cuja vitória ele ainda não reconhece.
O democrata Hakeem Jeffries, líder da minoria na Câmara dos Representantes, manifestou apoio aos Obamas, descrevendo-os como “o melhor deste país”. Ele criticou Trump, questionando por que líderes republicanos, como John Thune, continuam a apoiá-lo. “Todos os republicanos devem denunciar imediatamente o fanatismo repugnante de Donald Trump”, acrescentou.
“Donald Trump é um verme vil, desequilibrado e maligno”, disse Jeffries.
O vídeo faz parte de uma série de mais de 60 publicações realizadas por Trump em apenas três horas, grande parte alegando fraudes eleitorais em 2020 que não foram comprovadas. Entre os conteúdos, Trump reproduz alegações já refutadas de que a empresa Dominion Voting Systems teria contribuído para manipular os resultados da eleição.
A Fox News, emissora frequentemente associada a Trump, chegou a um acordo judicial no valor de US$ 787 milhões com a Dominion devido à difamação, o que evidencia a gravidade das alegações infundadas.
O reforço nas acusações de fraude eleitoral surge em um momento em que Trump enfrenta a possibilidade de perder a maioria reduzida que seu partido mantém na Câmara e no Senado nas próximas eleições de novembro. A recente vitória do democrata Taylor Rehmet em uma cadeira do Senado no Texas, anteriormente ocupada por um republicano, exemplifica os desafios para o Partido Republicano.
Rehmet obteve uma vitória expressiva de 14,4 pontos percentuais em um distrito que Trump venceu em 2020 por 17 pontos, resultando em uma inversão de 32 pontos percentuais, gerando grande preocupação entre os republicanos.
Além disso, nesta semana, Steve Bannon, um dos principais estrategistas de Trump, sugeriu o envio de agentes da imigração para monitorar os votos, reiterando acusações não comprovadas de que imigrantes ilegais impactam negativamente as eleições.
No ano passado, ações de “gerrymandering” foram implementadas por republicanos no Texas e no Missouri, um processo que redesenha os limites dos distritos eleitorais para beneficiar uma determinada situação política. Isto geralmente resulta em diluição de populações minoritárias, como a negra, em distritos que podem favorecer uma maioria branca e rural.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) está em busca de familiares…
Susana Werner se emocionou ao explicar em um vídeo publicado no Instagram o motivo de…
A pesquisa realizada pelo instituto Quaest, divulgada na sexta-feira (25), revela dados relevantes sobre as…
Nos últimos sete anos, Rondônia registrou 50 mortes relacionadas à rede elétrica, com uma média…
A recente pesquisa divulgada pela Quaest revelou mudanças significativas nas intenções de voto para o…
Segundo informações publicadas pelo G1, a Dra. Lúcia Santos, uma proeminente figura política, defendeu que…