A exoneração de 35 servidores vinculados ao vice-governador Sérgio Gonçalves em diversas secretarias, incluindo Detran, Casa Civil, Seduc, Sesau e Sedec, representa uma mudança significativa na política do governo estadual. Essa movimentação ocorre em um cenário onde o governador Marcos Rocha buscou firmar um acordo com Gonçalves, oferecendo espaço político em troca de apoio no União Brasil. No entanto, essas negociações não geraram os resultados esperados, levando Rocha a considerar novas alianças com partidos na busca por uma candidatura ao Senado em 2026, com o PSD, sob liderança do ex-senador Expedito Junior, aparecendo como uma das opções mais viáveis.
Enquanto isso, Sérgio Gonçalves tinha a expectativa de assumir um papel mais ativo e iniciar sua campanha de reeleição. Ele se reuniu com diferentes grupos políticos e formalizou alguns acordos, mas não demonstrou apoio a Rocha na intenção de candidatura senatorial. Com a saída do cargo, o governador Marcos Rocha enfrenta incertezas quanto à manutenção de seus aliados no cargo, especialmente com a possibilidade da retaliação prometida por Júnior Gonçalves, irmão do vice-governador. “Vai ser um PAD por dia”, afirmou Júnior, que tem se mantido afastado das redes sociais.
Em meio a essas mudanças, o governador também lida com questões internas difíceis, como a situação do coronel Regis Braguin, comandante-geral da PM. Deputados estaduais pressionam pela sua saída após denúncias de violência contra mulheres e a apreensão de um veículo do comando da PM em uma blitz da Lei Seca. A mídia já começa a especular possíveis substitutos para Braguin.
No cenário político atual, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, tem se destacado em eventos como o de Guajará-Mirim, onde exibe suas habilidades com carros modificados. Paralelamente, o senador Marcos Rogério tem comemorado a liberação de mais de R$ 200 milhões em emendas para Rondônia, com foco em infraestrutura. É importante ressaltar que Rogério nunca garantiu a Bolsonaro sua permanência na disputa pela reeleição; sua intenção sempre foi concorrer ao governo de Rondônia, apesar de seu apoio firme às pautas do ex-presidente.
No debate sobre a atual conjuntura política, Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho, passa por um período de reflexão com sua família. Embora ele não esteja se afastando da política, está avaliando como se posicionar frente aos grupos que já se formaram para as eleições. Chaves é lembrado pelo legado de obras significativas em Porto Velho, incluindo asfaltamentos e reformas em unidades de saúde, atualmente geridas pelo prefeito Léo Moraes.
*Com informações do Rondônia Agora.
A análise do cenário eleitoral de Rondônia será tema central em um podcast que acontece…
O sorteio do concurso 3789 da Lotofácil ocorreu na noite de sexta-feira, 25 de setembro,…
A agenda dos candidatos à Presidência da República no Brasil nesta sexta-feira (25) incluiu uma…
Uma pesquisa realizada pelo Datafolha indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupa a liderança…
Segundo informações publicadas pelo UOL, o evento recente em Jaguariúna contou com a presença do…
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva baniu as apostas online no Brasil,…