Para a identificação, o IIRGD usou impressões digitais coletadas pelo Instituto Médico Legal (IML) de Campinas, realizando a comparação no Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (AFIS) e no Sistema Automatizado de Identificação Biométrica (ABIS). Os dados foram analisados por meio de um exame papiloscópico, técnica que permite identificar indivíduos utilizando as impressões digitais, conforme relatório da Seção de Estudos e Laudos do Serviço de Perícia Datiloscópica do IIRGD.
O corpo foi encontrado no fim da tarde de sábado (29) na Rodovia Lix da Cunha, na área conhecida como Estrada Velha Campinas-Indaiatuba, por um adolescente que buscava uma pipa. A Polícia Militar foi acionada imediatamente após a descoberta.
Peritos da Polícia Científica que atenderam a ocorrência identificaram cinco perfurações causadas por disparos de arma de fogo na cabeça e uma na região do cotovelo esquerdo. Uma das linhas de investigação sugere que a vítima pode ter sido executada enquanto se encontrava ajoelhada e com as mãos sobre a cabeça. A elucidação da identidade de Helder Luiz Gonçalves será fundamental para que a DHPP avance nas investigações.
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