Apesar de uma diminuição de 28% nos conflitos agrários em todo o país, o número de assassinatos dobrou, passando de 13 em 2024 para 26 em 2025. Na Amazônia Legal, ocorreram 16 mortes, evidenciando uma escalada preocupante da violência na região.
Rondônia ocupa a terceira posição no ranking nacional de conflitos por terra, com 111 ocorrências, ficando atrás apenas do Maranhão, que registrou 190 casos, e do Pará, que teve 142. Segundo a CPT, disputas por posse e uso da terra abrangem 75% dos conflitos registrados no estado.
O relatório também destaca um aumento alarmante nos casos de trabalho escravo rural, com 159 ocorrências e 1.991 trabalhadores resgatados. Essa preocupação se estende a conflitos relacionados à água e impactos ambientais, que têm impactado a população local.
Um dos episódios mais graves de violência em Rondônia foi um massacre que resultou na morte de três pessoas, acentuando a crítica situação do estado. O levantamento, elaborado pelo Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, revela uma contradição alarmante: enquanto os conflitos registrados diminuem, a letalidade no campo aumenta.
As informações são originadas do Portal Rondoniaovivo.
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