No segundo tempo, o Palmeiras enfrentou uma desvantagem significativa, ficando com um jogador a menos após Andreas Pereira receber cartão vermelho direto por empurrar o braço de um adversário. O árbitro, que estava próximo ao lance, não hesitou em tomar a decisão.
Testemunhas do jogo comentaram sobre a situação em que Cecilio Domínguez, do Cerro Porteño, caiu na área após um choque com o goleiro palmeirense, Carlos Miguel. Alfredo Loebeling, ex-árbitro, destacou que não considerava a jogada passível de penalidade, afirmando que o atacante pisou no goleiro e concordou com a decisão do VAR de não chamar a falta.
Ana Paula Oliveira, também ex-árbitra, opinou de forma semelhante, defendendo que a decisão de não marcar o pênalti foi adequada, pois, segundo ela, o goleiro tocou a bola antes do contato. Em contraste, Emidio Marques, outro ex-árbitro, argumentou que a falta foi clara e que o jogador paraguaio se deixou cair devido a um choque durante um contra-ataque, considerando que a vantagem não esteve presente e que a penalidade deveria ter sido marcada.
Essas opiniões divergentes sobre a arbitragem durante a partida ressaltam a complexidade e a subjetividade que envolvem decisões em tempo real no futebol.
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