Sônia Soares foi fundamental para estabelecer Belém como um dos principais centros do reggae no Brasil. Seu acervo abrigava milhares de discos, incluindo prensagens originais que serviram como fonte de estudo e memória cultural.
Ela também frequentemente viajava para a Jamaica e o Reino Unido, buscando novos materiais fonográficos e estabelecendo conexões com artistas e produtores, o que fortaleceu o intercâmbio cultural entre a cena local e as raízes do reggae.
Além de ser colecionadora, Sônia dedicou-se a pesquisas e ao compartilhamento de informações sobre a história do reggae, contribuindo para a educação de novas gerações sobre o gênero e suas intersecções sociais e culturais.
A morte de Sônia Soares é um marco significativo para a memória musical e cultural do Brasil. Seu legado e acervo continuam a representar a rica presença do reggae no país e a evolução desse movimento em Belém e outras regiões.
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