Vídeos que circulam em redes sociais mostram que os manifestantes chegaram a passar pelos detectores de metal, antes do acesso ao pavilhão de entrada. Na sequência, eles foram impedidos de continuar pelos segurança e houve confronto.
O grupo carregava bandeiras de coletivos estudantis e faixas de protesto contra a exploração de petróleo, conflito na Palestina e a favor de causas indígenas.
A Zona Azul é considerada território da Organização das Nações Unidas, por isso, a segurança do local é responsabilidade do organismo.
Os manifestantes foram retirados do espaço e o público credenciado pode deixar o local. Carros da Polícia Militar e policiais se deslocaram para reforçar a segurança nas áreas externas do pavilhão que abriga a COP.
Não há informações de detidos.
Em nota, os organizadores da Marcha pela Saúde e Clima, realizada nesta terça-feira, esclareceram que os “atos que ocorreram após a marcha não fazem parte da organização do evento que tratou de saúde e clima”.
Segundo o grupo, “a marcha foi uma expressão legítima, pacífica e organizada de mobilização popular, construída com diálogo, responsabilidade e compromisso coletivo”.
“Reafirmamos nosso respeito às instituições organizadoras da COP30 e o compromisso com uma Amazônia viva, saudável e sustentável para todos”, destacaram os organizadores da marcha.
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