Líderes de todo o mundo emitiram declarações neste sábado, 28 de fevereiro, em resposta aos recentes ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Segundo informações publicadas pela CNN Brasil, o exército israelense alegou ter realizado os ataques após "planejamento conjunto e minucioso".
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, criticou a ação militar, afirmando que esta representa uma "escalada" que contribui para uma "ordem internacional mais incerta e hostil". Em suas redes sociais, destacou a importância da contenção e do respeito ao direito internacional.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, descreveram os eventos como "extremamente preocupantes". Eles pediram a máxima contenção e garantiram o apoio aos cidadãos da UE na região.
"Apelamos a todas as partes para que protejam os civis e respeitem integralmente o direito internacional", acrescentaram os líderes europeus.
Em coletiva de imprensa, o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, reagiu ao ataque, enfatizando que o regime iraniano tem um histórico de desestabilização regional. "Sempre estaremos ao lado do povo iraniano", destacou, referindo-se às milhares de violações de direitos humanos cometidas pelo governo iraniano.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também se manifestou, ressaltando que a determinação dos EUA é vital para desmantelar o regime iraniano, que ele classificou como "terrorista". "Devemos evitar que a guerra se expanda", alertou.
O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, criticou os EUA, ressaltando que as conversas com o Irã eram apenas uma fachada. Ele questionou a paciência da história em lidar com esse "embate" entre potências.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, expressou a necessidade de medidas preventivas, como a evacuação de cidadãos japoneses dos países envolvidos. Ela destacou que o governo japonês está tomando todas as precauções para garantir a segurança de seus cidadãos.
Na Bélgica, o vice-primeiro-ministro Maxime Prevot indicou que o país está monitorando a situação e já realizou uma reunião de crise para discutir medidas de proteção.
O presidente francês, Emmanuel Macron, convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, advertindo sobre as graves consequências que esse conflito pode desencadear para a paz internacional. Em suas redes sociais, ele ressaltou que a escalada de hostilidades deve ser interrompida imediatamente.
O Itamaraty, por sua vez, condenou os ataques dos EUA e Israel, afirmando que a diplomacia é a única solução viável para a paz na região.
Os conflitos recentes no Oriente Médio levantaram preocupações globais sobre a escalada das tensões. As reações de líderes mundiais indicam um consenso generalizado sobre a necessidade de diplomacia e respeito ao direito internacional como ferramentas fundamentais para evitar uma crise maior na região.
A situação continua em desenvolvimento, com a comunidade internacional observando atentamente as ações subsequentes da coalizão liderada pelos EUA e a resposta do Irã.
Os eventos estão se desenrolando rapidamente, e opiniões divergentes refletem a complexidade das relações internacionais em um cenário tão volátil. Para mais detalhes, continue acompanhando nossas atualizações.
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