Segundo informações publicadas pela CNN, Israel compartilhou com os Estados Unidos dados de inteligência que revelam um novo plano do Irã para assassinar o ex-presidente Donald Trump. O alerta foi recebido na última semana e, de acordo com duas fontes próximas ao assunto, os EUA vêm monitorando um fluxo contínuo de informações sobre essa ameaça.
Uma das fontes ressaltou que o alerta específico de Israel representa uma nova dimensão nas preocupações americanas, que já incluem ameaças correlacionadas ao ataque aéreo de 2020, ordenado por Trump, que resultou na morte do general iraniano Qasem Soleimani. As autoridades americanas estão cientes de que essa informação pode ser uma estratégia de Israel para influenciar as decisões de Trump sobre um possível aumento das ações militares contra o Irã.
Entretanto, os detalhes da suposta conspiração não estão totalmente claros, e as agências de inteligência dos EUA ainda analisam os dados fornecidos por Israel. Fontes afirmam que a inteligência americana segue monitorando várias conversas sobre possíveis ataques, mas até o momento não houve ações concretas. Segundo uma das fontes, há uma preocupação com possíveis alvos de destaque entre autoridades tanto atuais quanto anteriores.
As tensões entre os EUA e o Irã se intensificaram recentemente, com trocas de ameaças e ataques, enquanto um cessar-fogo de 60 dias parece estar se desfazendo. Durante cerimônias fúnebres no Irã, manifestações pedindo a morte de Trump ocorreram, indicando a gravidade da situação.
Apesar das crescentes hostilidades, autoridades americanas garantem que esforços diplomáticos ainda estão em andamento junto ao Irã. As negociações buscam um acordo nuclear até agosto deste ano, mesmo que as tensões tenham exacerbado as condições para um diálogo efetivo.
Recentemente, movimentações militares foram relatadas com o USS Abraham Lincoln, onde equipes se prepararam para uma potencial escalada. No entanto, optou-se por continuar com a diplomacia, mesmo diante de um cenário geopolítico tenso. O comandante do porta-aviões afirmou que a situação está se intensificando, mas as operações de rotina continuam.
As informações foram inicialmente reportadas pela CNN, destacando os desafios e os riscos atuais que envolvem as relações entre os EUA e o Irã.
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