Investigações sobre a morte do enfermeiro de UTI e cidadão americano Alex Pretti permanecem em andamento, com Autoridades Federais fornecendo informações limitadas sobre o caso. A defesa pública dos agentes envolvidos ocorre paralelamente a estes vazios informativos.
DHS e Declarações dos Agentes: O Departamento de Segurança Interna (DHS) indicou que o comandante-geral da Patrulha de Fronteira, Greg Bovino, não disponibilizou detalhes significativos durante uma coletiva. Ele afirmou: “Todos esses fatos virão à tona na investigação.”
Bovino acrescentou que a apuração revelará informações cruciais, como a quantidade de disparos efetuados e a localização das armas. Ao comentar a afirmação de que Pretti estava “empunhando” uma arma, disse que ele estava armado e criticou sua aproximação dos agentes.
A equipe de investigação do DHS é responsável por coletar depoimentos de testemunhas e rever material de vídeo relacionado aos primeiros disparos, de acordo com informações de uma fonte interna. Apesar da defesa dos agentes por líderes do governo Trump, as conclusões não foram divulgadas.
Bovino também insinuou a “intenção de ferir” de Pretti, mas não apresentou evidências específicas para embasar essa alegação.
Medidas Cautelares em Curso: O Comissário do Departamento de Correções de Minnesota, Paul Schnell, informou que a equipe de Apreensão Criminal de Minnesota está coletando evidências e realizando buscas nas redondezas desde a manhã do domingo passado. O procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, relatou que a equipe estadual enfrentou dificuldades ao tentar acessar a cena do crime, mesmo com um mandado.
Schnell declarou que a investigação avança, mencionando uma medida cautelar para preservar as evidências, que podem ser posteriormente analisadas pelas investigações estaduais. Uma ordem judicial, concedida no sábado por um juiz em Minnesota, impede que agências federais, incluindo o DHS, destruam ou alterem informações relacionadas ao caso.
A única evidência pública até o momento é a gravação do confronto. Uma análise da CNN encontrou imagens em que um policial interage com Pretti antes de um tiro ser disparado. A gravação mostra um disparo logo após a arma de Pretti ser retirada sem nenhuma evidência visual dele a empunhando.
O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, mencionou que Pretti possuía autorização legal para ter armas. Bovino evitou comentar diretamente sobre as filmagens, apelando à necessidade de um julgamento mais substancial: “Não vamos julgar isso aqui na TV baseados em um frame congelado ali.” Apesar da atenção sobre as filmagens, informações sobre a utilização da força letal ainda permanecem escassas.
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